sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Um blog Legal!


Olá!

So queria te agradecer por um blog tao legal.


Quero agradecer pelo um blog maravilhoso. Li o primeiro post "Como funciona a Bolsa de Valores?" e depois passei a hora inteira no blog com muito interesse :) Tudo esta escrito correto, interesante e facil pra ler. Gostei muito do post "São todos Bóris Casoys".

Eu trabalho na empresa Jooble, nós agregamos as vagas de emprego do mundo todo. Meu trabalho é negociar com os bloggeres sobre colocação de links para nosso site. Eu adoro o meu trabalho, temos uma equipa legal e uma boa direção mas, infelizmente, não sei como é possivel convencer um blogger de colocar o nosso link. Não quero perder o meu emprego por causa disso E agora, em vez de enviar cartas para blogueiros, ficava lendo o seu blog. Na verdade não tenho certeza, que o link para "Brazil" "jooble-br.com", vai ser util no seu blog, mas se achar que será possivel de clocar-o, vou ser muito grata! O site é mesmo legal, vai ajudar muito em procura de emprego. Desejo um bom dia! Mais uma vez obrigada por um blog tão interesante. Escreve mais.

P.S. Você é "Leo"? Sempre gosto de falar com alguem deste signo :) 




Natalia Perez


quarta-feira, 23 de junho de 2010

é.

domingo, 25 de abril de 2010

Como funciona a Bolsa de Valores?





É difícil para o leigo compreender o funcionamento de uma Bolsa de Valores.

Aparentemente a idéia é simples: comprar na baixa e vender na alta para auferir lucro líquido e certo.


Para tanto, basta ao investidor apostar que determinada empresa vai prosperar e, portanto, comprará muitas ações que irão valorizar-se cada vez mais ao longo do tempo e o feliz investidor sempre ganhará.

Mas pode acontecer o inverso, e a empresa ir à falência, pois se alguém ganha outro precisa perder.

Daí surge um paradoxo:

Se eu sei que determinada ação vai cair de preço também sei que é o momento de vender para não perder dinheiro.

Mas se todos souberem que certa ação vai cair de preço, evidentemente todos vão querer vender ao mesmo tempo e não vai haver quem compre.

Sendo assim, fica claro que trata-se de um jogo de cartas marcadas, pois apenas uma minoria dispõe de informações privilegiadas, e quem acaba prejudicado é sempre o pequeno investidor que acaba comprando na alta e vendendo na baixa.

Um verdadeiro golpe do vigário orquestrado por grandes capitalistas, e inclusive contando com apoio das autoridades monetárias e parcela da imprensa, contra o bolso do cidadão comum.

Simples Assim.

domingo, 3 de janeiro de 2010

São todos Bóris Casoys



Eduardo Guimarães:

Na noite de sexta-feira, o âncora deum telejornal da TV Bandeirantes, Bóris Casoy, teve que apresentar pedido de desculpas por comentário ofensivo que fez a dois varredores de rua (garis) durante a apresentação de reportagem da emissora da família Saad em que estes trabalhadores desejavam boas festas ao público.
O jornalista teve que pedir desculpas aos telespectadores e aos garis porque não se deu conta de que o áudio estava ligado durante o intervalo comercial, enquanto ele fazia um comentário absurdo sobre os garis, ridicularizando a profissão deles e desdenhando de seus votos de bom Ano Novo.

Conheci Bóris Casoy pessoalmente faz cerca de nove anos. Foi num evento promovido pela Folha de São Paulo em comemoração aos 80 anos do jornal. O então ombudsman da Folha, Bernardo Ajzemberg, foi quem me convidou. Eu era um dos leitores mais publicados na seção de cartas daquele veículo.

Até então, jamais tinha visto um político na frente, apesar de todos os dias escrever artigos sobre política tanto quanto hoje, os quais enviava para listas de e-mails e para sites como o Observatório da Imprensa. Assim sendo, naquele evento me senti como uma criança na Disneylândia.

Estacionei na garagem da Sala São Paulo, elegante complexo de convenções que fica no centro velho da capital paulista, próximo à Estação da Luz (uma estação ferroviária), paradoxalmente localizado numa região da cidade conhecida como “Cracolândia” por abrigar toxicômanos, população de rua, prostitutas e travestis.

No elevador que de fato me elevava do subsolo até o primeiro piso, onde acontecia o evento, encontrei com José Sarney e com Claudio “elite branca” Lembo. Dali em diante, digo que estavam TODOS os políticos por lá, inclusive do PT.

Lembro-me bem de como Eliane Cantanhêde, que trocou algumas palavras comigo, paparicou a então prefeita Marta Suplicy quando ela apareceu. E de como Clóvis Rossi fez trocadilho com as iniciais que eu usava ao assinar textos rápidos, EG. Rossi fez trocadilho com EJ, de Eduardo Jorge, ex-secretário de FHC então metido num escândalo rumoroso.

No mais, apesar de se mostrarem condescendentes com seus fãs – e eu, de alguma forma, era um deles, pois acabara de trocar o Estadão pela Folha atraído pela então maior pluralidade deste jornal –, aqueles colunistas e apresentadores de tevê ou rádio que ali estavam, bem como os políticos, portavam-se todos como verdadeiros demiurgos em meio à ralé mortal.

Devido ao ar de superioridade condescendente daquela fauna política e jornalística que, na melhor das hipóteses, tentava sorrir com uma amabilidade absolutamente enfadada para os convidados, decidi aproveitar para saber mais sobre ela, puxando conversa com aqueles que me interessavam mais.

Falei com José Genoino, com Ciro Gomes e com Marta Suplicy... Ah, e com o Paulinho da Força Sindical. Além dos políticos, falei com Clóvis Rossi, Eliane Cantanhêde, Fernando Rodrigues e outros jornalistas, incluindo um que se portou como um verdadeiro animal comigo, o tal de Bóris Casoy.

Aproximei-me dele enquanto conversava com um grupo. Fiquei de lado esperando uma brecha para cumprimentá-lo e talvez perguntar alguma coisa, pois pretendia escrever um “post” sobre aquela experiência. Travou-se, então, o seguinte diálogo:

-- Boa tarde. Gostaria de cumprimentá-lo, sou espectador de seu telejornal.

-- Você é uma pessoa de muita sorte, então.

Com essa resposta, Casoy me deu as costas e continuou conversando com seu grupo.

A verdade, meus caros, é que esses colunistas, âncoras de telejornal, apresentadores de programas jornalísticos, a fauna midiática, enfim, acredita-se superior ao “resto” da sociedade. São quase todos iguais, com honrosas exceções. Eles se sentem mesmo superiores e não é só em relação a garis. Pessoas comuns como nós são vistas por eles como algo que tiraram dos ouvidos ou do nariz.

Agora, vocês imaginem uma emissora de televisão aberta, uma concessão pública, ter um sujeito como Bóris Casoy – que, para mim, é um sociopata – dando suas opiniões vulgares, arrogantes, facciosas como se fossem as pérolas definitivas do pensamento humano, todos os dias, em horário nobre. É uma ameaça à sociedade dar esse espaço tão importante a gente com esse caráter.

E alguém acha que Willian Bonner é diferente? Este, por sua vez, chamou seus telespectadores de Homer Simpson, numa alusão a uma suposta baixa capacidade intelectual deles. Despreza seu público de forma acintosa e a impressão que se tem é a de que se gaba de que este não nota.

Mas o interessante é que quando Casoy me destratou naquele evento da Folha, fiquei pensando comigo, depois ao chegar em casa, que uma pessoa pública com aquela postura arrogante, animalesca, algum dia seria desmascarada. Acredite quem quiser: eu pensei isso de verdade.

Porque é muito simples, pessoal: o sujeito pode enganar algumas pessoas por muito tempo ou muitas pessoas por algum tempo, e, inovando no dito popular, pode enganar muitas pessoas por um bom tempo, mas é certo que não poderá enganar a todos para sempre. Sobretudo hoje em dia, com a internet.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Os verdadeiros criminosos não moram na favela




Uma das táticas de maior sucesso dos nazi-fascistas-sionistas-trotskistas para se perpetuarem no poder é sempre culpar a vítima por seu próprio infortúnio.



Se o sujeito é pobre, a culpa foi dele por não ter estudado e trabalhado em algo decente.

Mas quem fica rico trabalhando honestamente?



O pobre, além de não ter acesso a uma educação de qualidade, é obrigado a traficar as mercadorias ilícitas dos ricos ou simplesmente roubar se quiser levantar um dinheiro que lhe permita levar uma vida mais ou menos decente, de acordo com os padrões mirabolantemente consumistas ditados pela burguesia.




Com o apoio da imprensa, os verdadeiros criminosos são chamados de empreendedores, de prósperos empresários, mas que na verdade não passam de bandidos, os banqueiros-quadrilheiros da droga, do jogo e da prostituição em geral que não moram em favelas, mas sim nos condomínios de luxo, sendo convivas das melhores festas ao estilo do jornalista Amaury Júnior.

Malditos parasitas que no entanto desfrutam do prestígio da mídia monopolista e andam à solta, ostentando seus carrões e acessórios.

Para eles, a culpa da pobreza é dos próprios pobres, que são reles animais de duas patas, ignorantes demais para obter sucesso na vida.

Simples Assim.

sábado, 5 de dezembro de 2009

23/11/2009

Começando ....

Hoje foi o primeiro dia do resto da minha vida... =D


Bruna Surfistinha, A Filha do Brasil







A história de uma puta comum,
sua família e a extraordinária
capacidade de superar dificuldades.



Com direção de Arnaldo Jabor (Os 3 Patetas de Francisco), e baseado no livro homônimo de Rita Cadillac, O Amargo Veneno do Sapo Barbudo, traz para as telas o percurso de Bruna Surfistinha da Silva, do seu nascimento, em 1985, até 2009, quando já era uma rameira consagrada e professora de Técnicas Sexuais na UCE – Universidade de Ciências Esdrúxulas. A data marca também a aposentadoria de uma pessoa extremamente influente em sua vida e em sua forma de pensar: Dona Hebe Gonçalves, que criou dezoito filhos, sozinha, e tinha como lema "Nesta família só vai ter ladrão e prostituta". E cumpriu.

Filmado em dois motéis ordinários, três clubes de swing, sete saunas mistas e 70 puteiros, entre 20 de janeiro e 18 de março de 2009, Bruna Surfistinha, a Filha do Brasil percorre as principais esquinas da trajetória humana de Bruna Surfistinha, do árido sertão do Itaim Paulista, onde nasceu, aos primeiros programas no porto de Santos, onde cresceu, e por cabarés e casas de tolerância baratas, onde viveu intensas transformações pessoais (como a perda da primeira mãe), e profissionais (como a emocionante suruba no estádio lotado do Morumbiba, realizada sem colchões d´água, quando 80 mil GLTBs repetiram seus orgasmos para que todos pudessem senti-los).



"Tudo o que fiz foi pra levantar um dinheiro legal e ajudar minha família.", afirmou Bruna Surfistinha em palestra exclusiva realizada no anfiteatro da UCE-Universidade de Ciências Esdrúxulas onde todo mundo é professor.

No elenco de 1300 atores destacam-se Déborah Seccah (foto), que em sua estreia cinematográfica, interpreta Bruna Surfistinha dos 18 aos 35 anos; Hebe Camargo como Dona Hebe Gonçalves, Alexandre Frota (Madame Satã, primeiro cafetão de Bruna Surfistinha), Eduardo Supla (atual namorido). Paulo Coelho (Marcola, o padrasto violento). As filmagens contaram ainda com 30.000 figurantes.

"Não fizemos um filme sobre uma celebridade instantânea ou uma consagrada prostituta do sexo, mas sobre uma meretriz comum, sua família e a extraordinária capacidade de superar dificuldades" - define o produtor Zé do Caixão (foto), idealizador do projeto.

Produzido pela Zé do Caixão / Filmes da Polinésia, e Intervídeo Sexual, produção de Paulo Maluf, aquele que rouba mas faz, e produção executiva de Arnaldo Jabor e FHC II, o Príncipe da Moeda, Bruna Surfistinha, a Filha do Brasil foi realizado sem leis de incentivo municipal, estadual ou federal porque "isso não é filme que se faça", indignam-se os especialistas.

Entre seus principais patrocinadores estão U-CCE-Unidade de Ciências Cinematográficas Esdrúxulas do Grande ABC, Camargo Corrêa, GDF Suez, Viagra, EBX, OAS, Ambev, Odebrecht, Volkswagen, Souza Cruz, Hyundai, Ecstasy Inc., Grupo JBS- Friboi, Olla, KY Ambiental, Neo Energia, Conhaque de Alcatrão São João da Barra, CPFL, Las Vegas Games & Enterteniments A.S.C., Grendene e Oi. (Tudo cinéfilo da melhor qualidade)

Indústria dos direitos autorais vai para o Lixo da História


Segundo os especialistas, o conhecimento é uma fruta que pertence a todos e não pode ser objeto de comércio.

Assim como nos privam da fruta no pé para que tenhamos de comprá-la na quitanda, também nos privam da informação para que possa ser vendida na televisão.

Por que tenho de pagar por algo que posso ter de graça?

Por que posso vender o que não me custou nada para obter?

O negócio do jornalismo e da publicidade foi atropelado pelas livres ondas da blogosfera.

O que alguns chamam de pirataria outros chamam de internet livre.

Como aprisionar o ar dentro de uma garrafa de coca cola?

E por falar em UOL e Folha, nem cancelei as assinaturas, mas simplesmente deixei de pagar uns dois meses e eles mesmos cancelaram para mim.

Hoje decido quando e se compro algum jornal.

Simples Assim.






quarta-feira, 11 de novembro de 2009

domingo, 8 de novembro de 2009

Mulheres pra comer com os olhos



Na
Exposição de Bebidas, Mulheres e Petisquinhos nem tudo é de verdade.


A cerveja é krill, o amendoim é colorido artificialmente, o chopp é contini, o uísque é dubar, o vinho é chapinha, o energético é super thor, o sorvete é de pinga, a mulherada é só pra olhar e eu, um convidado pobre e bem trapalhão.

Mas no mundo encantado da publicidade a verdade nem sempre é o que parece ser.

E quem se importa com a verdade quando pode beber e comer de graça?


O custo é meramente moral e para não entrar em detalhes constrangedores, apenas digo que cada um se diverte como pode ou consegue.


E, no fim das contas, até que eu me diverti, e a noite terminou bem.

Não fui atropelado por um caminhão nem dormi na delegacia.

Quanto às meninas das fotos, prometeram-me enviar um postal.


Simples Assim.