sábado, 5 de dezembro de 2009


Bruna Surfistinha, A Filha do Brasil







A história de uma puta comum,
sua família e a extraordinária
capacidade de superar dificuldades.



Com direção de Arnaldo Jabor (Os 3 Patetas de Francisco), e baseado no livro homônimo de Rita Cadillac, O Amargo Veneno do Sapo Barbudo, traz para as telas o percurso de Bruna Surfistinha da Silva, do seu nascimento, em 1985, até 2009, quando já era uma rameira consagrada e professora de Técnicas Sexuais na UCE – Universidade de Ciências Esdrúxulas. A data marca também a aposentadoria de uma pessoa extremamente influente em sua vida e em sua forma de pensar: Dona Hebe Gonçalves, que criou dezoito filhos, sozinha, e tinha como lema "Nesta família só vai ter ladrão e prostituta". E cumpriu.

Filmado em dois motéis ordinários, três clubes de swing, sete saunas mistas e 70 puteiros, entre 20 de janeiro e 18 de março de 2009, Bruna Surfistinha, a Filha do Brasil percorre as principais esquinas da trajetória humana de Bruna Surfistinha, do árido sertão do Itaim Paulista, onde nasceu, aos primeiros programas no porto de Santos, onde cresceu, e por cabarés e casas de tolerância baratas, onde viveu intensas transformações pessoais (como a perda da primeira mãe), e profissionais (como a emocionante suruba no estádio lotado do Morumbiba, realizada sem colchões d´água, quando 80 mil GLTBs repetiram seus orgasmos para que todos pudessem senti-los).



"Tudo o que fiz foi pra levantar um dinheiro legal e ajudar minha família.", afirmou Bruna Surfistinha em palestra exclusiva realizada no anfiteatro da UCE-Universidade de Ciências Esdrúxulas onde todo mundo é professor.

No elenco de 1300 atores destacam-se Déborah Seccah (foto), que em sua estreia cinematográfica, interpreta Bruna Surfistinha dos 18 aos 35 anos; Hebe Camargo como Dona Hebe Gonçalves, Alexandre Frota (Madame Satã, primeiro cafetão de Bruna Surfistinha), Eduardo Supla (atual namorido). Paulo Coelho (Marcola, o padrasto violento). As filmagens contaram ainda com 30.000 figurantes.

"Não fizemos um filme sobre uma celebridade instantânea ou uma consagrada prostituta do sexo, mas sobre uma meretriz comum, sua família e a extraordinária capacidade de superar dificuldades" - define o produtor Zé do Caixão (foto), idealizador do projeto.

Produzido pela Zé do Caixão / Filmes da Polinésia, e Intervídeo Sexual, produção de Paulo Maluf, aquele que rouba mas faz, e produção executiva de Arnaldo Jabor e FHC II, o Príncipe da Moeda, Bruna Surfistinha, a Filha do Brasil foi realizado sem leis de incentivo municipal, estadual ou federal porque "isso não é filme que se faça", indignam-se os especialistas.

Entre seus principais patrocinadores estão U-CCE-Unidade de Ciências Cinematográficas Esdrúxulas do Grande ABC, Camargo Corrêa, GDF Suez, Viagra, EBX, OAS, Ambev, Odebrecht, Volkswagen, Souza Cruz, Hyundai, Ecstasy Inc., Grupo JBS- Friboi, Olla, KY Ambiental, Neo Energia, Conhaque de Alcatrão São João da Barra, CPFL, Las Vegas Games & Enterteniments A.S.C., Grendene e Oi. (Tudo cinéfilo da melhor qualidade)

Um comentário:

Insigne disse...

adorei as tags "charuto, lavar, senado"